Ingressei na Fênix Racing durante a graduação com o objetivo de aplicar, em um projeto real, os conhecimentos que começava a desenvolver em Engenharia Mecânica.
Transmissão.
Atuei na área de transmissão automotiva, participando de atividades relacionadas ao funcionamento do diferencial, dimensionamento de componentes, seleção de materiais para semieixos, modelagem em CAD, FMEA, fabricação e montagem.
Uma parte.
Dentro de um todo.
A experiência também ampliou meu contato com programação aplicada à engenharia. Utilizamos simulações em Python para analisar diferentes configurações da transmissão.
O resultado
é o carro.
Por se tratar de um projeto integrado, o trabalho não se limitava à minha área de atuação. O desenvolvimento do veículo exigia colaboração constante entre os diferentes subsistemas, o que me permitiu desenvolver uma visão mais ampla sobre integração, dependências e responsabilidade compartilhada.
O projeto também operava com limitações relevantes de recursos. Além das atividades técnicas, a equipe participava de iniciativas de captação de recursos para viabilizar o desenvolvimento do carro. Esse contexto reforçou minha percepção de que boas soluções precisam considerar não apenas desempenho técnico, mas também viabilidade e restrições de execução.
Testar. Entender.
Voltar ao projeto.
- Projetar
- Fabricar
- Testar
- Identificar
- Corrigir
- Repetir
Formula SAE · EM COMPETIÇÃO
Duas edições. O mesmo compromisso.
Durante minha participação, integrei a equipe em duas edições da competição Formula SAE, nas quais alcançamos a 13ª posição geral entre equipes de todo o país.
A Fênix foi uma experiência importante para consolidar conhecimentos técnicos, desenvolver capacidade de trabalho multidisciplinar e compreender, na prática, a diferença entre executar uma atividade individual e contribuir para a entrega de um sistema completo.