01Formação do raciocínio
Da forma ao modelo.
Ingressei no curso de Engenharia Mecânica na UNESP buscando uma formação ampla, com forte base em matemática, física e modelagem de problemas.
Ao longo da graduação, desenvolvi uma forma mais estruturada de analisar situações, decompor variáveis, identificar restrições e construir soluções a partir de modelos quantitativos.
02Construção de uma ferramenta
Da lógica à aplicação.
Foi também nesse período que tive meu primeiro contato com programação. A experiência inicial foi desafiadora, mas rapidamente evoluiu para uma competência aplicada em diferentes disciplinas e projetos.
Em Termodinâmica, por exemplo, Python se mostrou uma importante ferramenta em atividades de modelagem apoiadas por uma biblioteca de propriedades termodinâmicas desenvolvida pelo professor da disciplina. Esse tipo de aplicação consolidou minha percepção de programação como uma ferramenta para análise e resolução de problemas.
A formação em Engenharia Mecânica acabou sendo importante não apenas pelo conteúdo técnico, mas principalmente pela base analítica construída ao longo do curso.
Foi a partir dessa combinação entre raciocínio quantitativo, modelagem e programação que comecei a direcionar minha trajetória para áreas mais próximas de dados, tecnologia e negócio.